O TERMOMETRO DO COMPROMETIMENTO

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Todos nós almejamos ter relações pessoais, sociais e profissionais de Comprometimento em que todas as partes deem eficácia ao Compromisso que assumiram, por livre e espontânea vontade.

Pensar, sentir e agir com Comprometimento está diretamente ligado à sua estrutura de princípios e valores que você próprio elegeu para conduzir a sua vida, isto é, a sua Cultura Individual. Só que na prática, em muitas situações não nos comprometemos como gostaríamos, e optamos por uma decisão e/ou relação superficial com as pessoas e os diversos segmentos da nossa vida.

Por que isso acontece? Por que as pessoas não conseguem ou não ficam 100% do seu tempo comprometidas? Porque mesmo fazendo parte da sua própria Cultura, há um forte vínculo com seu campo motivacional e, por conseguinte, a um termômetro que nos leva a um maior ou menor estado de motivação: a Insatisfação Humana.

Somos todos eternos insatisfeitos, e ainda bem, pois, do contrário, não teríamos a evolução da ciência, da medicina, da tecnologia etc. Ainda estaríamos na Idade da Pedra. A insatisfação está na natureza humana, mas ela pode ser dimensionada, administrada e controlada, para que não afete o nosso grau de Comprometimento com as Organizações a que pertencemos e com as pessoas que delas participam.

Por exemplo, excelentes profissionais com formação de primeira linha, podem ter conflitos pessoais que geram insatisfações em suas vidas e os fazem perder o controle, e muitas vezes jogam suas frustrações na relação do dia a dia no trabalho ou no seu ambiente social. As próprias insatisfações geradas na nossa sociedade atingem a todos, principalmente, o trabalhador de menor renda, colocando a prova seu grau de comprometimento uma vez que estão ligadas ao seu próprio nível de motivação.

Assim, há necessidade de eu estar constantemente medindo a temperatura (o nível) das minhas insatisfações e o quanto isto tem afetado o meu Comprometimento com as pessoas e as Organizações de que participo. Um exame de consciência, uma meditação, um papo amigo, muitas vezes nos auxiliam dentro de um processo pessoal de tomada de decisão. Já com referência ao ambiente Corporativo cabem as Lideranças Formais estar aplicando diuturnamente o “Termômetro da Insatisfação” para sentir e diagnosticar adequadamente o quanto anda o grau de motivação da sua equipe, e, consequentemente, seu nível de Comprometimento com a Empresa e uns com os outros. Ao saber aplicar o termômetro e fazer diagnósticos reais, certamente saberão ministrar os remédios necessários a recuperar a Saúde Motivacional, e vitaminar os compromissos na busca dos resultados finais.
Para tanto, essas Lideranças devem estar preparadas, treinadas, recicladas etc. para desenvolverem um trabalho preventivo e corretivo, não permitindo que o seu setor contraia qualquer tipo de doença que possa contaminar os demais setores e fazendo com que a Empresa esteja gozando de uma plena Saúde Organizacional. Esses Líderes funcionam como verdadeiros Médicos Organizacionais, examinando, ouvindo, diagnosticando, remediando, operando, acompanhando, recuperando e conservando a Saúde Organizacional da Empresa para que não ocorram doenças terminais irreversíveis.

AUTOR: Roberto Mendes – Consultor da WCCA
COLABORAÇÃO: Antonio Carlos A. Telles (Consultor em Desenvolvimento de Pessoas, Estratégia e Ética & Compliance – LRN e WCCA) e Guilherme Carvalho (Gerente de Negócios e Relacionamento da WCCA).

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Objetivos

  • Preparar os gestores para administrarem diariamente as Relações Sindicais e Trabalhistas produzidas por Cipeiros, Dirigentes Sindicais e estáveis.
  • Desenvolver “lideranças”, posicionando-as como administradoras do capital e do trabalho, administrando as insatisfações e os líderes naturais.
  • Capacitar os gestores para o preenchimento dos “espaços vazios” que possam ser explorados pela ação sindical interna.
  • Aumentar a percepção dos Gestores como base para a prevenção de greves.
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